domingo, 24 de julho de 2011

A promessa de Kushiel


Nome: "A promessa de Kushiel"

Autora: Jacqueline Carey

Páginas: 360

Colecção: Bang!

Editora: Saída de Emergência



Sinopse: Phèdre está presa e na iminência de se entregar à morte. Mas os deuses ainda não deram a sua missão por terminada... Um golpe do destino restitui-lhe a liberdade, e a misericórdia permite-lhe sobreviver a uma morte quase certa. Mas, embora a traição que pesa sobre o trono de Terre d'Ange tenha o seu desfecho iminente, Phèdre vê-se empurrada para longe da sua pátria, para terras desconhecidas e múltiplos perigos... Desespero, dor, traição, expiação... mas também prazer, júbilo, amizade e redenção. Cativa em terra estrangeira, sem o seu Companheiro Perfeito e os seus chevaliers, todos parecem querer impedi-la de salvar a sua rainha da ameaça que sobre ela paira. Mas, escrevendo direito por linhas tortas como fazem os deuses, Naamah, Kushiel, Cassiel e Asherat-do-Mar parecem conspirar para um culminar dramático em La Sereníssima. Triunfarão a honra e a justiça sobre as forças de cobiça e ambição? Logrará Phèdre denunciar os traidores que ameaçam Terre d'Ange e trazer a paz de novo à sua amada pátria? E ao seu coração atormentado?


Opinião: O anterior volume havia terminado de tal forma, que nos suscitava bastante interesse quanto ao desenrolar da estória ou não estivesse Phèdre colocada em apuros, prisioneira e no limar da loucura.

Nesta obra, continuam as peripécias, voltamos a constatar a força de vontade e tenacidade desta incrível personagem e de mais uma missão extremamente delicada, que só Phèdre poderá levar a cabo.

Jacqueline Carey é sem dúvida uma incrível contadora de estórias, em que sempre que embrenhamos no seu mundo, nos vemos rendidos ao mesmo. A forma como a autora cria suspense a cada descoberta; as personagens extremamente bem construídas que não nos deixam, de forma alguma, indiferentes; a todas as intrigas palacianas, que nos conseguem cativar e até surpreender.
Em termos de personagens gosto bastante da Phèdre, sendo a minha personagem preferida na trama. Não só por ser a personagem principal e quem acompanhamos ao longo da narrativa, mas pela sua maneira de ser e encarar a vida, a forma como luta sempre, mesmo quando as coisas se tornem deveras difíceis, continua a lutar sempre pela possibilidade de concretizar aquilo em que acredita.
Josceline, que na obra passada me fez “torcer o nariz” a algumas das suas atitudes, mas que nesta obra me surpreendeu pela positiva e que me deixou estarrecida com algumas das suas atitudes.
Nesta obra são nos apresentadas novas personagens, das quais destaco Kazan, que por detrás do ar de duro, é uma pessoa com um grande coração e que ajudou muito Phèdre a ultrapassar as várias missivas que teimavam em atravessar-se no seu caminho.
Para mim o ponto negativo seria, provavelmente, o facto de ser um pouco previsível, pois suspeitava que as coisas iriam acabar por ser daquela forma.
Em suma, foi muito bom voltar a ler algo desta autora, que volto a afirmar que se tornou das minhas preferidas; poder descobrir um pouco mais das intrigas do mundo de Phèdre e de quão corajosa ela consegue ser. Tendo-se tornado ao longo destes últimos volumes, numa das minhas sagas preferidas, por ser uma obra extremamente viciante, que nos envolve do princípio ao fim.

Avaliação: 4/5 (Gostei bastante!)

sábado, 23 de julho de 2011

45 Dias de Desafios Literários - Dia 11: Livro que não conseguiste acabar


Não tenho por hábito deixar leituras incompletas, até porque gosto de terminar tudo o que começo, mesmo que custe a fazê-lo.
Por isso, penso que até hoje o único que nunca terminei foi “Os Maias” de Eça de Queirós, que só li até ao fim do primeiro capítulo.
Este facto deveu-se a vários factores. O gosto pela literatura ainda não me tinha nascido naquela altura e portanto confesso que à primeira adversidade acabei por desistir, sem tentar dar uma hipótese à obra de me surpreender e consequentemente de vir a gostar da mesma e depois é um livro extremamente descritivo e para alguém que naquela altura não gostava de ler foi só mais um incentivo para parar.
Conto um dia dar outra hipótese à obra até porque sinto que existe a possibilidade de ser realmente surpreendida e quiçá de vir a gostar dela, muito por criticas que tenho lido e ouvido, que dizem que o livro passadas as descrições é realmente agradável, mas também porque o que antes de embrenhar no mundo literário era maçudo, hoje poderá ser surpreendente.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

45 Dias de Desafios Literários - Dia 10: Livro mais curto que já leste

Esta categoria é um pouco subjectiva, até porque tenho alguns livros em formato livro de bolso, li recentemente uma BD e tenho alguns livros de promoções feitas por revistas/jornais, que são consequentemente mais pequenos. Por essa mesma razão, elego os vários volumes, que passso a citar.



Contando com os livros que li para a escola, o livro mais pequeno seria o "À beira do lago dos encantos" de Maria Alberta Meneres, com 64 páginas.








Mencionando o género literário BD, o mais curto seria "Voyager - Tomo I", com 68 páginas.








"A história de um sonho" de Arthur Schnitzler,  na versão que possuo, que foi um dos livros que o jornal DN/JN ofereceram no Verão passado, numa colecção que se intitulava, se não estou em erro, de Biblioteca de Verão, com 95 páginas.








 

"O escaravelho da morte" de Richard Lewis, em versão livro de bolso da Colecção Pendulo, com 151 páginas.









Por fim, "Um momento inesquecível" de Nicholas Sparks, com 155 páginas.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

45 Dias de Desafios Literários - Dia 9: Livro mais longo que já leste


O livro que mais longo que já li, até hoje, foi o "Nome do Vento" de Patrick Rothfuss. Contudo, é um livro que deve a sua grandeza ao tipo de letra e espaços nas margens, adoptados pela editora Gailivro. Até porque no original o livro tem 700 páginas e na edição Portuguesa tem nada mais, nada menos, que 966 páginas.

Tirando este, penso que o mais longo que li foi o primeiro livro em Inglês do George R. R. Martin, que equivale em Português a 2 volumes "A Guerra dos Tronos" e "A muralha de Gelo", que prefazem 816 páginas. E o "Amanhecer" da Stephenie Meyer com 753 páginas.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

45 Dias de Desafios Literários - Dia8: Livro tão mau, tão mau, mas tão mau que consegue ser bom

Ao pensar nesta categoria os primeiros livros que me assaltam à memória são os da Saga Luz Escuridão da Stephenie Meyer.



A justificação, para tal escolha, é um pouco como referi no Dia 2 – Livro Detestado. Foram os livros que me levaram a embrenhar na literatura e que me fizeram nascer o gosto pela mesma. Já para não mencionar que foi dos primeiros passos que dei na Literatura Fantástica, que é dos meus géneros preferidos, se não mesmo o meu preferido, e que consequentemente me levaram a ler outros géneros, que tanto valorizo.
Hoje, até podem ser livros dos quais não gosto em grande medida e que, às vezes, me questiono como pude gostar dos mesmos há dois anos atrás, mas sei que por muito maus que eles possam ser, tiveram o aspecto positivo de me colocar a ler e isso só por si é uma mais-valia.


Tirando esta saga, existe um livro que me recordo de não achar nada de extraordinário, que é o “Wings – O Beijo dos Elfos” de Aprilynne Pike.
Embora não tenha gostado muito do primeiro volume irei ler os seguintes, pois não gosto de deixar nada por terminar e como sou uma sonhadora (:P) gosto de acreditar que poderá ser possível que os seguintes volumes melhorem.